22 de fevereiro de 2024

Como nos velhos tempos!
Irei para a beira do rio ver pororoca chegar
E gritar, lá vem, lá vem, lá vem…
E quando a maré vazar,
me lambuzar até a minha mãe chamar
E depois correr para ver avião chegar
Juntar folhetos nas ruas como quem ganhara um prêmio
E logo mais a pelada na porta e desafiar
Eu quero correr ruas, pular poças de lama
E olhar para o tempo até onde a vista der
E observar seu Bier caminhar…
Escutar o ronco do motor de seu Zé Melo
Ouvir os meninos gritando: “é picolê, picolê alvorada”!
Ouvir também as orvelhas de seu Dico a berrar: Binééééé…
E gritar palhaço na rua para a porta do circo pagar
E sentir o cheiro do bolinho de dona Cândida a assar
Escutar João Fufu aboiar
O sax de seu Bina a me emocionar
E como nos velhos tempos, os dias de todos os dias da minha vida
Aprender a nadar, a remar, a pescar, a criar fantasias de menino e o mundos criar
Pular na beira do rio, dá cambalhotas e lá do outro lado e voltar
Oh saudade boa de sentir!
Quero continuar a me lembrar da boquinha da noite brincando de ‘peixinho moquém’
E sempre aceitar as pessoas sem se importar com ninguém
Como nos velhos tempos, engraxar os sapatos para ver Bom Jesus passar
Ir dar volta de bicicleta só para a paquera impressionar
Usar calça de boca de sino e sair para namorar
Tomar bênçãos de quarteirão a quarteirão aos nosso velhinhos que Deus já pôs em outro lugar
Passar na Porta de Rosinha e dela me lembrar
Lembrar também de Juca, Zé Pestana e Azim, filhos que Zizi quis para amar
Como nos velhos tempos!
Irei para a beira do rio ver pororoca chegar
E gritar, lá vem, lá vem, lá vem…
E quando a maré vazar,
me lambuzar até a minha mãe chamar
E depois correr para ver avião chegar
Juntar folhetos nas ruas como quem ganhara um prêmio
E logo mais a pelada na porta e desafiar
Eu quero correr ruas, pular poças de lama
E olhar para o tempo até onde a vista der
E observar seu Bier caminhar…
Escutar o ronco do motor de seu Zé Melo
Ouvir os meninos gritando: “é picolê, picolê alvorada”!
Ouvir também as orvelhas de seu Dico a berrar: Binééééé…
E gritar palhaço na rua para a porta do circo pagar
E sentir o cheiro do bolinho de dona Cândida a assar
Escutar João Fufu aboiar
O sax de seu Bina a me emocionar
E como nos velhos tempos, os dias de todos os dias da minha vida
Aprender a nadar, a remar, a pescar, a criar fantasias de menino e o mundos criar
Pular na beira do rio, dá cambalhotas e lá do outro lado e voltar
Oh saudade boa de sentir!
Quero continuar a me lembrar da boquinha da noite brincando de ‘peixinho moquém’
E sempre aceitar as pessoas sem se importar com ninguém
Como nos velhos tempos, engraxar os sapatos para ver Bom Jesus passar
Ir dar volta de bicicleta só para a paquera impressionar
Usar calça de boca de sino e sair para namorar
Tomar bênçãos de quarteirão a quarteirão aos nosso velhinhos que Deus já pôs em outro lugar
Passar na Porta de Rosinha e dela me lembrar
Lembrar também de Juca, Zé Pestana e Azim, filhos que Zizi quis para amar
E bem lá longe a voz do locutor a anunciar: atenção muito atenção, hoje no Estádio Santos Dumont, sensacional partida de futebol
É hoje, é hoje: Flamengo e Sociedade Arariense
E, assim, não esquecer de sempre agradecer por ter vivido tudo isso e ainda me lembrar
Como nos velhos tempos!
Irei para a beira do rio ver pororoca chegar
E gritar, lá vem, lá vem, lá vem…
E quando a maré vazar,
me lambuzar até a minha mãe chamar
E depois correr para ver avião chegar
Juntar folhetos nas ruas como quem ganhara um prêmio
E logo mais a pelada na porta e desafiar
Eu quero correr ruas, pular poças de lama
E olhar para o tempo até onde a vista der
E observar seu Bier caminhar…
Escutar o ronco do motor de seu Zé Melo
Ouvir os meninos gritando: “é picolê, picolê alvorada”!
Ouvir também as orvelhas de seu Dico a berrar: Binééééé…
E gritar palhaço na rua para a porta do circo pagar
E sentir o cheiro do bolinho de dona Cândida a assar
Escutar João Fufu aboiar
O sax de seu Bina a me emocionar
E como nos velhos tempos, os dias de todos os dias da minha vida
Aprender a nadar, a remar, a pescar, a criar fantasias de menino e o mundos criar
Pular na beira do rio, dá cambalhotas e lá do outro lado e voltar
Oh saudade boa de sentir!
Quero continuar a me lembrar da boquinha da noite brincando de ‘peixinho moquém’
E sempre aceitar as pessoas sem se importar com ninguém
Como nos velhos tempos, engraxar os sapatos para ver Bom Jesus passar
Ir dar volta de bicicleta só para a paquera impressionar
Usar calça de boca de sino e sair para namorar
Tomar bênçãos de quarteirão a quarteirão aos nosso velhinhos que Deus já pôs em outro lugar
Passar na Porta de Rosinha e dela me lembrar
Lembrar também de Juca, Zé Pestana e Azim, filhos que Zizi quis para amar
E bem lá longe a voz do locutor a anunciar: atenção muito atenção, hoje no Estádio Santos Dumont, sensacional partida de futebol
É hoje, é hoje: Flamengo e Sociedade Arariense
E, assim, não esquecer de sempre agradecer por ter vivido tudo isso e ainda me lembrar
Como nos velhos tempos!
Irei para a beira do rio ver pororoca chegar
E gritar, lá vem, lá vem, lá vem…
E quando a maré vazar,
me lambuzar até a minha mãe chamar
E depois correr para ver avião chegar
Juntar folhetos nas ruas como quem ganhara um prêmio
E logo mais a pelada na porta e desafiar
Eu quero correr ruas, pular poças de lama
E olhar para o tempo até onde a vista der
E observar seu Bier caminhar…
Escutar o ronco do motor de seu Zé Melo
Ouvir os meninos gritando: “é picolê, picolê alvorada”!
Ouvir também as orvelhas de seu Dico a berrar: Binééééé…
E gritar palhaço na rua para a porta do circo pagar
E sentir o cheiro do bolinho de dona Cândida a assar
Escutar João Fufu aboiar
O sax de seu Bina a me emocionar
E como nos velhos tempos, os dias de todos os dias da minha vida
Aprender a nadar, a remar, a pescar, a criar fantasias de menino e o mundos criar
Pular na beira do rio, dá cambalhotas e lá do outro lado e voltar
Oh saudade boa de sentir!
Quero continuar a me lembrar da boquinha da noite brincando de ‘peixinho moquém’
E sempre aceitar as pessoas sem se importar com ninguém
Como nos velhos tempos, engraxar os sapatos para ver Bom Jesus passar
Ir dar volta de bicicleta só para a paquera impressionar
Usar calça de boca de sino e sair para namorar
Tomar bênçãos de quarteirão a quarteirão aos nosso velhinhos que Deus já pôs em outro lugar
Passar na Porta de Rosinha e dela me lembrar
Lembrar também de Juca, Zé Pestana e Azim, filhos que Zizi quis para amar
E bem lá longe a voz do locutor a anunciar: atenção muito atenção, hoje no Estádio Santos Dumont, sensacional partida de futebol
É hoje, é hoje: Flamengo e Sociedade Arariense
E, assim, não esquecer de sempre agradecer por ter vivido tudo isso e ainda me lembrar
Nilson Como nos velhos tempos!
Irei para a beira do rio ver pororoca chegar
E gritar, lá vem, lá vem, lá vem…
E quando a maré vazar,
me lambuzar até a minha mãe chamar
E depois correr para ver avião chegar
Juntar folhetos nas ruas como quem ganhara um prêmio
E logo mais a pelada na porta e desafiar
Eu quero correr ruas, pular poças de lama
E olhar para o tempo até onde a vista der
E observar seu Bier caminhar…
Escutar o ronco do motor de seu Zé Melo
Ouvir os meninos gritando: “é picolê, picolê alvorada”!
Ouvir também as orvelhas de seu Dico a berrar: Binééééé…
E gritar palhaço na rua para a porta do circo pagar
E sentir o cheiro do bolinho de dona Cândida a assar
Escutar João Fufu aboiar
O sax de seu Bina a me emocionar
E como nos velhos tempos, os dias de todos os dias da minha vida
Aprender a nadar, a remar, a pescar, a criar fantasias de menino e o mundos criar
Pular na beira do rio, dá cambalhotas e lá do outro lado e voltar
Oh saudade boa de sentir!
Quero continuar a me lembrar da boquinha da noite brincando de ‘peixinho moquém’
E sempre aceitar as pessoas sem se importar com ninguém
Como nos velhos tempos, engraxar os sapatos para ver Bom Jesus passar
Ir dar volta de bicicleta só para a paquera impressionar
Usar calça de boca de sino e sair para namorar
Tomar bênçãos de quarteirão a quarteirão aos nosso velhinhos que Deus já pôs em outro lugar
Passar na Porta de Rosinha e dela me lembrar
Lembrar também de Juca, Zé Pestana e Azim, filhos que Zizi quis para amar
E bem lá longe a voz do locutor a anunciar: atenção muito atenção, hoje no Estádio Santos Dumont, sensacional partida de futebol
É hoje, é hoje: Flamengo e Sociedade Arariense
E, assim, não esquecer de sempre agradecer por ter vivido tudo isso e ainda me lembrar