
De volta ao jardim…
Adoro vê-la passar com a veste mais bela!
Mas nada a se comparar com a essência que dissemina
Ainda bem ninguém mais ver a essência real
Pois por trás dessas vestes não há doce igual
Tem o sal dos meus sentimentos e condimentos da minha vida
E, nesses andares, eu, um moribundo a contemplar
Os trejeitos, o riso, a essência de um coração
É que o amor nos faz enxergar muito mais
Ainda bem é parte subliminar e o melhor sentimento que há
Mas por favor, espere um pouco mais
Quero vê-la novamente passar…
Pois esse amor me faz ondas e reboliços em mim
Por que não desnuda o teu corpo inteiro
Compreendo, desse modo,
há coisas que não dependem só de um
Em par, em pares, não é proibido sonhar
Pois eu sei que o amor não se faz em monólogos
Então, desnude o ser para alguém que a ama
Pois ainda que em belas vestes, estéticas e risos faceiros
Nada a se comparar com a essência de flor
Nilson Ericeira
(Robrielle)
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