20 de fevereiro de 2024

O amor nos tempos do verbo ou a voz do imaginário

 O amor
nos tempos do verbo

Ou a voz
do imaginário

 

Ainda
ontem chorei de saudade

Refiz-me
e comecei a sorrir

Pois da
tua existência em mim

Há pouco
sentir tua falta

Refiz-me
olhando para mim

Tempos a
trás percebi a distância

Permiti-me
escutar a voz do meu coração

Melodias,
sinfonias, poemas, poesias…

Pois eu
sei que és a minha alegria

Ainda
ontem me pus a lembrar

De tudo
de ti que me faz te amar

Agora
vou colher tudo de ti dentro de mim

E assim
explicar a voz do meu coração

Criar
nova vida em mim

E te
colocar lá dentro do nosso jardim

Fazer
cenários, deste amor do imaginário

E nos
tempos do verbo sempre conjugar

Que és a
criatura mais linda que tenho para amar

    Nilson
Ericeira