25 de fevereiro de 2024

Arari e a minha abstinência

Hoje me embebedei de amor

Agora abstinência do teu amor

Parido que sou por Arari

E por quem me derramo em
vida

Vocacionado que sou para
me declarar por ti

Oh cidade minha de tantos
versos

Reversos no meu sentir

Sem ti não vivo

É que respiro e me
alimento do teu amor

Em teu solo caminho

Só do teu amor me consolo

És o néctar da minha vida

Pois meu berço de amor e
vida

Agora em abstinência,

por caminhos e à deriva

Logo que me preparo para
regressar

No meu coração,
taquicardias

Só do teu amor me visto

És a minha melhor chita e ‘volto
mundo’

Por isso que da tua fonte
me inspiro

O ar a que aspiro,

é o único que aspiro

 

Nilson Ericeira