Da análise Política

Da análise Política

Por Nilson Ericeira

Da análise Política

Gosto mais de Política do que gosto de futebol, embora sobre-me tempo para ver o Moto Clube e o Botafogo jogarem, mas ainda bem que demoram a disputar um contra o outro.

Neste contexto, tenho um amigo lá de Arari que é culpado ou responsável diretamente por eu ser ‘motense’; meu pai, por eu ser botafoguense.

Mas quero falar de Política, mesmo sabendo que ela está presente em todas as outras Políticas.

Vamos falar da disputa para o governo do Maranhão? Até onde a imaginação abarcar e os olhos, ouvidos e percepção. Mas usar dos sentidos às vezes não basta, pois as raposas velhas sabem qual o melhor habitat.

Não minha modestíssima opinião, pois nada ou quase nada entendo desta matéria, nas bandas de cá, há um erro de mais de meio século, pois os pretendentes entendem que, em estando no cargo, garantem a reeleição ou mesmo de seus prepostos. Há muito tempo é assim (redundância gramatical proposital).  

Acreditam também que o povo tem memória curta e que basta uns ensaios da banda, todos se ‘iludem’ perfeitamente e esquecem do sofrimento imposto por omissão de quem deveria fazer e não fez.

Sei pouco desta área, mas talvez o suficiente para sentir na pele, na carne e nos ossos o que sofre o povo mais ‘pobre’. (Leia-se pobreza com ausência do básico, ou seja, do mínimo necessário para viver com dignidade). Tudo isso num contexto em que não há planejamento para os anos de gestão, mas apenas para o período em que se aproximam as eleições.

É ou não é?  Evidentemente que esta resposta não é só minha, mas de quem não tem emprego, não tem casa, educação, segurança pública, transporte, lazer, entretenimento e, principalmente, não alcança cidadania. Isto é a negação de direitos, salve engano. Ver o artigo 6º da Constituição de 1988.

Vou parar por aqui, depois eu conto mais.

Uns travestidos! Mais que isso, com faces que se adequam as suas reais intenções: ludibriar o povo.

Nilson de Jesus Sousa (Nilson Ericeira), nasceu em 8 de novembro de 1962, no Município de Arari – MA. É filho de Clemente Duarte da Silva Sousa (Clecy) e Eliesita Ericeira Sousa. De origem humilde, Nilson Ericeira passou sua infância e adolescência em Arari, aos 17 anos veio morar em São Luís, em república, entre estas as Casa dos Estudantes Secundários do Maranhão (CESM). Logo começou a trabalhar na função de servente ou office boy na Seduc, pela Vicol, empresa de conservação e serviços. Na Seduc, exerceu ainda os seguintes cargos: datilógrafo padrão 5, repórter (técnico de nível superior), professor, coordenador e assessor da Assessoria de Comunicação (Ascom/Seduc), professor, chefe do setor de frequência e outros.

Publicar comentário