Somos falhos, mas ainda assim convencionamos tribunais

Somos falhos, mas ainda assim convencionamos tribunais

Somos falhos, mas ainda assim convencionamos tribunais

Somos um misto de censura e prejulgamentos, o que nos torna acusadores, muito antes de sabermos a realidade dos fatos. Aliás, isso nem interessa. O importante é produzir conteúdos, ainda que cause transtorno à vida de quem não conhecemos a índole.

Do pouco que já estudei, compreendo que o direito processual tende a se aproximar da verdade real, por meio da verdade material e formal e que, a partir daí, possibilitam-se os elementos de convicção do magistrado.

É fato que julgar tem se tornado uma das tarefas mais difíceis ‘atribuídas’ a um ser humano; ainda assim, não faltam prolatores de sentenças em tribunais de ocasião.

Entretanto, os estragos produzidos nessas famigeradas ‘sentenças’ a nada mais servem senão de alimento para o ócio e o ódio, hoje declarados em grande parte da mídia social. Tanto é verdade que não são poucos os que desconhecem totalmente os fatos, mas os alardeiam com ênfase para impressionar os tolos.

Nilson de Jesus Sousa (Nilson Ericeira), nasceu em 8 de novembro de 1962, no Município de Arari – MA. É filho de Clemente Duarte da Silva Sousa (Clecy) e Eliesita Ericeira Sousa. De origem humilde, Nilson Ericeira passou sua infância e adolescência em Arari, aos 17 anos veio morar em São Luís, em república, entre estas as Casa dos Estudantes Secundários do Maranhão (CESM). Logo começou a trabalhar na função de servente ou office boy na Seduc, pela Vicol, empresa de conservação e serviços. Na Seduc, exerceu ainda os seguintes cargos: datilógrafo padrão 5, repórter (técnico de nível superior), professor, coordenador e assessor da Assessoria de Comunicação (Ascom/Seduc), professor, chefe do setor de frequência e outros.

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