O livre arbítrio e a boa Política

O livre arbítrio e a boa Política

O livre arbítrio e a boa Política

Todos somos livres em opiniões e atitudes, desde que não ofendamos os outros. Na Política, é salutar e até admirável os pontos divergentes e convergentes respaldados pelo que uns e outros têm como ritual e regras de civilidade.

Desse modo, não é diferente na vida social em geral, somos livres em relação a nossas próprias opções, desde que não interfiramos na liberdade e intimidade alheias.

A relação de confiança que construímos uns pelos outros não pode ser quebrada por qualquer razão.

Não falo de um modelo social, mas de uma regra de conduta que, quando transgredida, pode ensejar crimes.

Levei quase a minha vida inteira discordado, divergindo e agindo contra algumas pessoas que mais amo na minha vida, porém, nunca deixei de amá-los e respeitá-los. Deste modo, penso que o respeito é o pêndulo de todas as relações. De igual maneira, não somos a ‘palmatória do mundo’, mas acreditamos na boa convivência, ainda que sejamos completamente diferentes.

Por fim, quando as pessoas que combatem as injustiças resolvem espalhar suas pólvoras em direção a seu próprio ‘grupo’, ainda que com certa razão, podem perderem-se pelos caminhos.

Nilson de Jesus Sousa (Nilson Ericeira), nasceu em 8 de novembro de 1962, no Município de Arari – MA. É filho de Clemente Duarte da Silva Sousa (Clecy) e Eliesita Ericeira Sousa. De origem humilde, Nilson Ericeira passou sua infância e adolescência em Arari, aos 17 anos veio morar em São Luís, em república, entre estas as Casa dos Estudantes Secundários do Maranhão (CESM). Logo começou a trabalhar na função de servente ou office boy na Seduc, pela Vicol, empresa de conservação e serviços. Na Seduc, exerceu ainda os seguintes cargos: datilógrafo padrão 5, repórter (técnico de nível superior), professor, coordenador e assessor da Assessoria de Comunicação (Ascom/Seduc), professor, chefe do setor de frequência e outros.

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