Por Nilson de Jesus Sousa (Nilson Ericeira)

*Jornalista, professor, psicopedagogo, advogado, escritor e poeta

‘Mas como pode uns ‘lentes’ insubordinados ainda quererem ilustrar a vida alheia!’

Tenho observado com frequência, a presença de velhos conhecidos na mídia social alardearem verdades absolutas e tentando incutir seus conceitos e formas de viver socialmente. Desse modo, olhando pelo retrovisor, observo que nem bons exemplos os são, pois se trata dos mesmos que têm a vida moral comprometida.

A face oculta das palavras e imagens já não conseguem ocultar a moral. Desnudar-se é a agachar-se sem o ritmo físico, mas no rito social.   

Usam o tempo inteiro a mídia social para exalar seus recalques em forma de autoafirmação como se exemplos fossem. Dos conselhos que distribuem ‘nada consta’ de um passado não muito distante, em que tiveram a oportunidade fazer e não fizeram. Ora, mas se para ser bom basta seguir as suas cartilhas, por que não modificaram suas próprias vidas?

O que acontece de fato é que a autossuficiência e presunção dessa gente não lhes deixam brechas para autoanálise. E tudo isso é muito ruim, pois saem por aí dando topadas nos seus próprios pés.

Não bastam meia dúzia de palavras sem semântica e sintaxe no balaio pseudo cultural só para impressionar, é preciso antes de qualquer distribuição de bobagens: o crivo da reflexão, inclusive incluindo a si mesma.

Em tudo nos faz parecer que essa turma tem olhos e ouvidos mágicos ao ponto de enxergar tudo nos outros, mas incapaz de enxergar a si mesma.

Como pode apontar os caminhos corretos?

Por fim e de qualquer modo, sei que abomino a ofensa alheia e do mesmo modo não a reproduzo, no entanto, meus textos são impressões colhidas do meio social em que as personagens estão entre nós.

Nilson de Jesus Sousa (Nilson Ericeira), nasceu em 8 de novembro de 1962, no Município de Arari – MA. É filho de Clemente Duarte da Silva Sousa (Clecy) e Eliesita Ericeira Sousa. De origem humilde, Nilson Ericeira passou sua infância e adolescência em Arari, aos 17 anos veio morar em São Luís, em república, entre estas as Casa dos Estudantes Secundários do Maranhão (CESM). Logo começou a trabalhar na função de servente ou office boy na Seduc, pela Vicol, empresa de conservação e serviços. Na Seduc, exerceu ainda os seguintes cargos: datilógrafo padrão 5, repórter (técnico de nível superior), professor, coordenador e assessor da Assessoria de Comunicação (Ascom/Seduc), professor, chefe do setor de frequência e outros.

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