A desfaçatez de quem ama

A desfaçatez de quem ama

As palavras e sentimentos

As palavras não dizem tudo

Pois parte delas o coração guarda

Outras o coração omite

Muitas são a desfaçatez de que ama e não diz

Nem sempre combinam com o ser

Pois o coração sente,

o ser diz de outra forma

Mas as palavras são refúgio ou abrigos

Lugares que buscamos para dizer ou negar

E quando negamos o amor, negamos todos

Pois o coração denúncia

Ah palavras amigas, quanto conforto me tem dado

Mesmo que o amor me tenha escondido

Assim me aprisionam e me emancipam,

pois no plumo do tempo me colocam

Enquanto me procuram, busco letras para te formarem

Ainda que me conforme sendo parte e todo,

caso expressar o amor me convenha

Nilson Ericeira

(Robrielle)

Nilson de Jesus Sousa (Nilson Ericeira), nasceu em 8 de novembro de 1962, no Município de Arari – MA. É filho de Clemente Duarte da Silva Sousa (Clecy) e Eliesita Ericeira Sousa. De origem humilde, Nilson Ericeira passou sua infância e adolescência em Arari, aos 17 anos veio morar em São Luís, em república, entre estas as Casa dos Estudantes Secundários do Maranhão (CESM). Logo começou a trabalhar na função de servente ou office boy na Seduc, pela Vicol, empresa de conservação e serviços. Na Seduc, exerceu ainda os seguintes cargos: datilógrafo padrão 5, repórter (técnico de nível superior), professor, coordenador e assessor da Assessoria de Comunicação (Ascom/Seduc), professor, chefe do setor de frequência e outros.

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