Nós…

Todos de nós
Alguns de nós
Poucos de nós
Nem nos damos conta que o tempo
passa
Que a vida é plena
Que não deveríamos contrair problemas
E não nos consumir por coisas banais
Não desejar o mal do próximo
Não ferir, não magoar
Todos nós
Alguns de nós
Poucos de nós
Sensibilizamo-nos com a dor alheia
É que a indiferença nos tem diminuído
A soberba e o orgulho nos intoxicam
E a tirania fria de alguns trai o tempo da vida
Assim caminhamos…
Alguns egoístas e alienados
Caminhamos para lugar nenhum
Poucos de nós somos solidário
Seres humanos, poucos de nós
Muito de nós queremos apenas aparecer
Alguns de nós resistem e se oferecem para amar
Todos de nós, alguns de nós, poucos de nós
O que nos resta então?
Nilson Ericeira
(Robrielle)



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