O que fazem com os recursos públicos e quais as consequências da má escolha?

Por Nilson Ericeira

O que fazem com os recursos públicos e quais as consequências da má escolha?

Nós mesmos que reclamamos após as eleições, somos os mesmos que votamos em péssimos representantes. Não que tenhamos total culpa por tais desvios de conduta e finalidade, mas por passarmos procurações. Por isso é que devemos ser rigorosos ao votar.

Acontece que depois da consagração do voto, devemos esperar quatro ou até oito anos, como é o caso dos senadores. É muito tempo para tanto descaso!

Uma pessoa passar oito anos produzindo lixo retórico é um tempo que se pode denominar de tenebroso.

Agora teremos eleições para presidente, vice-presidente, governadores, vice-governadores, senadores, deputados estaduais, federais e distritais, presidente e vice-presidente da República. Olha só a responsabilidade! Quanta gente bem empregada que, grande parte não se satisfaz só com os salários, isto com raríssimas e honrosas exceções.

Depois quando se pega um ‘servo de ‘deus’’ com o guarda-roupa transformado literalmente em guarda-cédulas, não há do que reclamar. E isto nem lhe treme a cara, pois embaralhado na sua própria retórica, não consegue explicar o inexplicável.

E tome ilações! Buscar culpados noutros eventos que, se comprovado, cabe também a devida tipificação penal.

Acontece que vivemos num tempo em que os erros alheios pesam muito mais que os nossos próprios erros. Assim, escodem-se nos escombros de suas hipocrisias.

Ninguém tem bola de cristal nem traz na testa sua identificação moral, haja vista que tem gente especialista na arte de enganar. Mas podemos estabelecer critérios para as nossas escolhas para os cargos citados, pois influenciam diretamente nas nossas vidas.

Acontece que muito se pode questionar neste tema, ainda que erremos, mas pelo menos não configuraremos como prática normal.