
Qualquer governo que só governe quando se aproxima a eleição não deve ser reeditado. Nem deveria ser lembrado, por sinal.
Um governo, qualquer seja a sigla partidária, ideologia, religião ou grupo social, que se mostre extremamente eficiente um ano ou menos do término de seu turno, não deveria ser reeditado ou muito menos recomendado.
Acontece que, o Maranhão foi governado por quase meio século por uma mesma família ou por seus indicados! E depois, o mesmo do mesmo, com um discursos de mudança. A verdadeira mudança os maranhenses ainda esperam.
Durante esse tempo, muita injustiça produzida. Ainda assim reclamam da violência!
O planejamento de gestão é o planejamento que contemple os amigos.
O processo é democrático e deve seguir à legalidade, ainda que façamos a leitura do continuísmo. Por exemplo, não seria hora de bradar nos quatro cantos do Estado que os ‘indicadores sociais’ mudaram? Com igual tom, discursar que no Maranhão não tem moradores de rua, uns que, como exemplo explícito dormem nas feiras, debaixo dos viadutos, nas calçadas ou em bancos das vias públicas. Isto nem precisa caminhar muito.
Ao alcance dos olhos humanos e distante do Estado. Insensibilidade é pouco.
Lamentavelmente, passou o tempo em os pretendentes aos cargos político-públicos se preocupavam com a estrutura social do Estado. Agora o que vige é a descendência ou ascendência. Pois é preciso grudar-se no poder e continuar num comensalismo que só beneficia pequenos grupos privilegiados que dão a vida para não largarem a boia.
A genética da política infelizmente não tem sido firmada na base social, mas nos acordos de gabinetes.
No meio disso, uns mídias que se permitem deformação de caráter e imagem, endeusando pessoas que, na prática, negam direitos ou fazem dos mandatos, instrumentos para subtraírem recursos públicos.
Parece tratar-se de letras mortas, porém, o Maranhão precisa de muito mais, pois há pessoas para quem o Estado não existe, pois só são lembrados para empreitarem seus votos. Um dia de glória! Não, pois ratificam o estado de miséria proposto pelo ricos políticos que de alguma forma se beneficiam do sistema vigente.
Algumas saídas existem, que isto fique bem claro. Mas precisamos não somente saber, mas também praticar por meio dos meios necessários.
A saída é o voto consciente e livre.
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