24 de fevereiro de 2024

O novo e o velho, seres humanos da mesma espécie

Por Nilson Ericeira

O novo e o velho, seres humanos da mesma espécie

Alô! Alô, desculpe-me eu não posso vê-lo…

Quantos de nós não nos encantamos com o que é mais novo? Quantos de nós não nos encantamos com os mais velhos?

A experiência e o conhecimento que a vida nos dá não há diploma a se comparar, nem posição social ou patrimônio, pois armazenado nos anos de labor…

Velhice! Embora não goste dessa terminologia para nomear seres humanos, nem mesmo goste do termo ‘reciclar’, do mesmo modo, admiro tanto quanto as pessoas que sabem respeitar os seres humanos na sua plenitude.

Pessoas são pessoas que se humanizam, eis a razão de encontrarmos opiniões e até atitudes díspares com as relações humanas.

Nascemos, morremos, envelhecemos, quando possível, e morremos a qualquer tempo. Mas está ficando comum o que não deveria ser, desprezarmos ou rejeitarmos as pessoas de mais idade. Alguns chamam de solidão da velhice!

E normal que os filhos e demais parentes caiam no mundo… O que não é normal é o desprezo.

Pois quando estamos no assento da casa de nossos pais, tudo é dividido e multiplicado ao mesmo tempo. Não há diferença entre nós, porém quando ganhamos asas, raramente encontramos os que voltam ao mesmo ninho e fazem iguais festas!

Para concluir, não é só o capital, o patrimônio, a posição social ou falta de tempo, é inevitavelmente ausência de amor ao próximo.