O conto do vigário, o vigarista ou quase vivaldino

Quando
alguém usa desta expressão aludida no título do artigo, de pronto perceberemos
que há blefes ou mesmo mentiras. É que há pessoas que ganham a vida inventando
fatos…
Destruir
vidas para si dá bem, ceifar expectativas e ainda demonstrar-se bom!
Se
não conhecemos ninguém que use de práticas nada republicanas para se dá bem na
vida, certamente não estamos vivendo no mesmo planeta. Pois na sociedade
competitiva e desigual, cada vez mais tem àqueles a quem denominamos de
espertos, que só conseguem ter alguma coisa com práticas hediondas.
Mas
modos de comportamento que, por vezes passam subliminares aos desavisados, e a
Internet serve de janelas e portas para useiros de mentiras e douradores de
pílulas.
O
cochicho já foi mais explícito…
Conta
um conto e aumenta um ponto, aliás, uns pontos. É preciso enfeitar a estória e
se fazer útil o mais possível, mesmo que conhecimento não tenha.

mentirosos que não se importam com o modus operandi, mas há os que fazem tudo
para desparecer suas mentiras, pelo menos até quando não inoculam.

quem defenda teses e tratados sem nunca ter lido ou conhecido do que falam com
eloquência: o vazio pelo vazio. Mas isto rende aplausos e adeptos.
É
bom que se diga que o vigário aqui ganha ares de vigarista. Contexto em que,
nunca é tarde observamos seus comportamentos, principalmente quando o jogo seja
a disputa pelo poder ou mesmo que só uma fatia dele.
Mas
não é uma tarefa para uma pessoa só, pois existem os que se conformam apenas
com o sobejo.