28 de fevereiro de 2026

Ara ali que eu confesso

Arari,
eu confesso

Ara ali
que eu te peço

Quero
pra sempre te amar

Arari eu
confesso

Em Arari
eu confesso

Eu
converso

Eu sou o
verso e a prosa

Eu sou a
roda

E o
tempo que me despido em amar

Tempos
de caminhar…

Arari,
eu confesso:

Arari eu
te amo!

Arari no
anverso

No
verso, na escrita e até em ilações

Arari é
veia no meu coração

É
manifesto, é protesto

É
militância, instância

A
bonança nossa de todos os dias

É o céu
e tudo que há

Arari é
fonte de amar

De Arari
não me disperso

Mas te
peço, deixe-me em ti navegar

Ara ali,
pois eu peço

Deixe-me
pra sempre morar

Arari eu
confesso:

quero
sempre te amar

 Nilson
Ericeira