22 de fevereiro de 2024

Amar as pessoas de corpo presente sem nos distanciarmos mesmo que sejamos seduzidos por outras viagens

Nossos
familiares são vigas-mestras em nossas vidas. Não obstante a diferenças que
inegavelmente existem, devemos amar e cuidar de nossos familiares.

A
sociedade nos impõe cada vez mais distanciamento, embora tenhamos a impressão
que estamos sempre muito pertos ou próximos. Não é um equívoco, pode até ser
redundância, mas falei próximos ou perto para fazer a alusão do distanciamento
mesmo de corpo presente. Agora mais ainda, muitas pessoas se interessam muito
mais pelo que se passa em outros lugares, estabelecidos pelo contraponto
virtual, que prestar de fato atenção a quem está bem perto delas.

Se
eu estiver errado, bem aqui se fará um ponto final na minha ilação. Do
contrário, continuaremos lendo o texto.

Precisamos
nos policiar. Melhor seria dizer: disciplinar. Pois quase todos cometemos os
mesmo erros. Gostamos de dá preferência ao que dista de nós, desafiados que
somos pelas ondas digitais. Volta e meia percebemos que as pessoas estão apenas
aparentemente juntas, mas pelo que parece, muito distantes do evento a que se
deslocaram.

E
olha que isto não tem acontecido só com os jovens.

Até
parece que nosso cérebro entrou também nesta viagem e se alojou nos dedos!

Existem
momentos em nossas vidas em que temos que avalizar nossas posturas, mesmo que
tenham aparência de afeto e zelo pelo outro.

Talvez
por pensar demais e ocupar sempre a minha mente, não obstante às minhas
próprias viagens, coloquei em pauta um assunto de que gostaria estar
absolutamente equivocado. Percebo que nem sempre estamos no lugar que estamos!

Apego,
afeto e abraços não se fazem por transferências ou aparências!