22 de fevereiro de 2024

O juízo do meu juízo

Todos os
nossos atos não passam em branco

Para
tudo há um juízo de valor

Quando
omitimos, quando silenciamos e até quando ecoamos a nossa dor

Para
tudo há a esperança no amor

Pois o
amor salva o homem, salva a vida

O
desamor, mata, morticínio, genocídio…

Para
todos os nossos atos há tribunais

Nada
passara em branco

Enquanto
o sangue corre nas veias do Brasil!

Alienamo-nos
como uns ‘patriotas’

Enclausurados
que somos, acreditamos num deus nu

Parecemos
uns dementes

Acreditamos
só no que nos é confortável

Enquanto
o outro, ah, o outro, não importa

E assim
seguimos nos permitindo rótulos

E iguais
a uns animais nos animalizamos

Que pena
que seguindo não nos compreendendo

 Nilson Ericeira