A MINHA POESIA DE TODOS OS DIAS: ‘E na manhã do oitavo dia’

A MINHA POESIA DE TODOS OS DIAS: ‘E na manhã do oitavo dia’

E na manhã do oitavo dia

O Capeta fez a ordem

Usou ‘Cristo’ como amuleto

Desdenhou dos justos

Usou os fracos e sem noção

É, o capeta fez a festa!

E vai rolar a festa!!!

Ungiu-se com o deboche dos hipócritas

Consagrou-se na falsidade dos ímpios

Usou e desdenhou da Palavra Santa

Usou o Pai como escudo

Alimentou o ódio e a discórdia entre as pessoas

Subiu no alto do monte e avistou as bestas-feras

Imundas, maltrapilhas e alienadas

Crentes em crentes inúteis

Já era tarde desse dia e, então,

resolveu arder no fogo do pecado

Colocou seus preferidos num caldeirão quente

Privilégio de poucos!

Vendo o Capiroto que o que fazia era bom

Acendeu ainda mais a fogueira da discórdia

Desuniu os irmãos

Prometendo mais desgraça na vida dos justos

Arremedou os doentes sem ar e esperança

Fez pouco caso de quem morria

Ainda assim, consagram o próprio mito de Diabo

Um dos seus

Com mil desculpas a Satanás

Mas já era noite, Ele fez cair a treva

E vendo que eram bom manter as pessoas cegas,

idiotizadas e reféns

Finalmente fez a eleição

Deu-lhes cicuta como recompensa

Juntaram-se para comemorar o caos

O caos está feito

Nilson Ericeira

(Robrielle)

Nilson de Jesus Sousa (Nilson Ericeira), nasceu em 8 de novembro de 1962, no Município de Arari – MA. É filho de Clemente Duarte da Silva Sousa (Clecy) e Eliesita Ericeira Sousa. De origem humilde, Nilson Ericeira passou sua infância e adolescência em Arari, aos 17 anos veio morar em São Luís, em república, entre estas as Casa dos Estudantes Secundários do Maranhão (CESM). Logo começou a trabalhar na função de servente ou office boy na Seduc, pela Vicol, empresa de conservação e serviços. Na Seduc, exerceu ainda os seguintes cargos: datilógrafo padrão 5, repórter (técnico de nível superior), professor, coordenador e assessor da Assessoria de Comunicação (Ascom/Seduc), professor, chefe do setor de frequência e outros.

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