Café com Nilson Ericeira

Café com Nilson Ericeira

Sabe quem veio tomar café comigo? Àlvaro Jardim, meu querido amigo. Acontece que ele chega exigindo um café robusto!

Brincadeiras à parte, mas o nosso café sempre é composto por outros ingredientes complementares à degustação alimentar, mas evolui a vários assuntos de interesse nacional, estadual e local.

Explorar o conhecimento do amigo Àlvaro é uma das minhas especialidade, com isso acabo aprendendo um pouco. Aliás, um dos segredos do aprender é permitir que o interlocutor exponha o seu ponto de vista. E, permitir-se, evidentemente.

E Arari é a nossa pauta de amor, esperança e fé, pois sonhamos com um Município em que todos possam ser felizes. É algo que temos em comum: sonhos, talvez. E eu me deixo seduzir por uma onda emocional de querer tudo de bom para a nossa gente, por meio de Políticas Públicas que levem à dignidade.

Penso que sou um privilegiado, embora a nossa conversa não seja sempre de convergências, enobrece-me ter uma amigo dessa magnitude.

Falamos de religião, agronegócios, agricultura familiar, cooperativismo, educação, ideologia, futebol, literatura, política e muitos outros assuntos. Não tem aqueles amigos que você faz questão da prosa, pois além de enriquecedora, dá-nos a liberdade de não deixar dúvidas? A nossa conversa é sempre assim e, entre falas e esclarecimentos, o recheio de brincadeiras muito salutares!

Eu gosto de humor e, humor entre amigos, é muito salutar.

O café não esfriou – pois foi servido com os reclames do visitante que sempre reclama de alguma coisa.

Isso pode? Pode, pois um dos eventos mais agradáveis para o coração é, sem dúvida, a amizade.

Nilson de Jesus Sousa (Nilson Ericeira), nasceu em 8 de novembro de 1962, no Município de Arari – MA. É filho de Clemente Duarte da Silva Sousa (Clecy) e Eliesita Ericeira Sousa. De origem humilde, Nilson Ericeira passou sua infância e adolescência em Arari, aos 17 anos veio morar em São Luís, em república, entre estas as Casa dos Estudantes Secundários do Maranhão (CESM). Logo começou a trabalhar na função de servente ou office boy na Seduc, pela Vicol, empresa de conservação e serviços. Na Seduc, exerceu ainda os seguintes cargos: datilógrafo padrão 5, repórter (técnico de nível superior), professor, coordenador e assessor da Assessoria de Comunicação (Ascom/Seduc), professor, chefe do setor de frequência e outros.

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