Por Nilson Ericeira

Onde há uma agulha no palheiro?
Há pessoas que já nascem sabendo, mas não estou falando de superdotados, refiro-me àqueles cuja sapiência vem do além ou de algum espírito do desconhecido. Das duas uma, ou pensam que lidam só com idiotas ou têm certeza que nos enganam.
A mídia social suporta esses dejetos, infelizmente.
A impressão que passa é que nunca leram nem o preâmbulo da nossa Constituição, muito menos alguns artigos ‘fundamentais’, que influenciam ou deveriam influenciar em nossas vidas. Estes mesmo falam com máxima ‘convicção’ do que não sabem!
Outros, um pouco mais ‘instruídos’, usam de igual modo, o que aprenderam conforme suas lógicas interpretativas, chafurdam a vida de pessoas que sabem ser inocentes, ainda assim criam factoides pela pura volúpia do narcisismo das suas indumentárias.
O que a frustração não faz!
O que lhes cobre certamente não é o interesse comum ou público como querem passar a impressão, mas a satisfação pessoal de denegrir, agredir e ferir pessoas que sabem ser honestas, contexto em que escolhem suas vítimas.
Pessoas íntegras não têm medo de coisa alguma ainda que desperte a atenção de uns poucos incautos, incapazes e frustrados que não sabem ser felizes sem que apontem os supostos erros alheios.
A integridade de que me refiro envolve o tecido da dignidade, que nada tem a ver com falseamento moral e intelectual.
A recomendação não é procurar um oftalmologista, pois este não faz as pessoas enxergarem, quem o faz é própria pessoa a partir de mudanças que se permitem. Enxergar é para os humildes. Contexto em que não se adequa aos narcisos.
* Ainda sem edição.
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