27 de fevereiro de 2026

Para não dizer que não contribuir

Por Nilson Ericeira

Para não dizer que não contribuir

Arari já viveu quase as mesmas coisas por muitos anos, na minha opinião, precisamos produzir, e o conhecimento é o começo meio e destino de qualquer produção. Conhecimento é fonte de saberes.

Não é razoável nem proporcional entregarmos o nosso Município para quem já temos a certeza do que fez e quais os métodos usa para permanecer no Poder.

Em pouco tempo de observação e percepção dá para saber se o gestor tem preparo ou não. Há ainda alguma dúvida?

Arari precisa fazer valer sua fama de ter um povo inteligente. Este seis de outubro poderá ser marcante e decisivo nas nossas vidas, mas também poderá ser a continuação de um desastre sem tempo para terminar. Portanto, é preciso romper com as amarras do atraso, da irresponsabilidade e da improbidade.

A gestão não é de uma pessoa só ou de grupo de pessoas, restritos a maus hábitos que confabulam para se darem bem às custas do suor da maioria. O interesse público deve se sobrepor a quaisquer interesses, mas, infelizmente não é o que se ver e o que se viu. Muito pelo contrário, administraram Arari, completamente de costas para o povo, fazendo pouco caso e debochando da pobreza da maioria.

Agiam como se o tempo não passasse e nunca chegasse a hora de prestar contas. Mas chegou a hora, dia seis de outubro está se aproximando e, cada vez mais, tem-se a sensação que o povo não perdoará quem lhes negou direitos e ainda expôs o Município ao ridículo.

Mas justiça seja feita, têm bastante habilidade no que fazem, tanto que quando agora agem como os camaleões agem para disfarçarem na fauna e flora, camuflam suas reais intenções e levam a mensagem paradoxal, que dista da prática de mais de quase quatro anos.

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