vidros e quadros, destruir objetos e ainda se apossaram como vândalos que são,
dos assentos reservados a representantes do povo.
Foram pagos e incentivados a destruir o patrimônio do povo. O cercadinho
era uma forma de alimento de todos os dias, de uma desordem iminente. Regadas
de palavras chulas e baixo calão, umas até sem sentido nenhum.
A imprensa foi desrespeitada no seu ofício de informar! Não foram poucos
os repórteres que foram agredidos no seu serviço. Principalmente as mulheres.
Numa pura demonstração preconceituosa, inconsequente e descabida.
Porém, tudo isso era visto como ‘ coisa engraçada’ ou puro incentivo ao
ódio, mau caratismo ou mesmo desvio dos reais objetivos de quem ‘ governava’.
Mas nada disso foi em vão, a Democracia saiu viva e muito mais forte, embora, é
bom que se diga há focos do que se queria impor pela desordem, falta de amor ao
próximo e desapego à coisa pública.
A Democracia, é bom que se diga, autorizada pel
o voto no sufrágio,
representada por homens e instituições e tem suas vigas tão fortes que não se
comparam a estruturas materiais.
Uns contra os outros como se fôssemos páreas de uma mesma casta!
A quem interessa isto?
A Democracia resistiu e não cedeu às travessuras dos que, para seus
fins. Usaram até o nome de ‘Deus’, como se qualquer tipo e meio de violência
encontre cabimento no que é sagrado.
Certamente tudo isso é um paradoxo, pois palavra doce não forma mistura
homogênea com ódio, dor, desalento e morte. Por falar nisto, é bom que se diga,
enquanto assistíamos a nossos irmãos descerem aos túmulos, os representantes de
‘um novo jeito de fazer ‘política’, banalizavam e até se divertiam!
Ah, ah tô com covid! Que morreu lá? Foi só velho?
Eu não sou ‘covêro’ (sic)!
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