POESIA DE TODOSOS DIAS: ‘Açoite’

Açoite II
Povo sofrido
Lhe falta guarida
Povo que sofre
Na taca de opressores
Vive subjugado
Comparado a gado
Antes tangido
Esmagado por máquinas mortíferas
Antes um ser livre
Livre da espada e do ferro opressor
Mas há os que amam o seu senhor
Em fileiras saem do gueto
Pois vivem em cárceres
Mesmo sendo filhos de uma Nação
Oh povo escravo ver se enxerga teu chão
liberta-te oh filho guerreiro, teus gritos ouvi
Nilson Ericeira
(Robrielle)



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