A crise institucional: dois pesos e duas medidas!

A crise institucional: dois pesos e duas medidas!

Por Nilson Ericeira

A crise institucional: dois pesos e duas medidas!

Uma saída honrosa para magistrados que têm suas preferências seria admitirem-se e declararem-se suspeitos. É a base legal para honra e consciência de quem julga. No caso da mais alta Corte do País não é diferente. Os ministros podem e devem se declarar suspeitos quando diante de casos que visivelmente têm ligações com as partes.

Eu imagino que para um ministro que tem ‘a posse do Pai’ e que declara que ‘os outros não conhecem a Deus’, ainda seja mais grave ainda, pois presume-se um ser humano justo!

Porém, o que está evidente é que a justeza de seus atos não tem corroborado com o pêndulo da justiça, pois a sua balança está ‘avariada’ e tendente ao que não é correto e justo.

De igual modo, numa investigação que envolve demandas críticas e sensíveis da Nação Brasileira, não há que se excluir quem quer que seja, ainda que isto corte a própria carne. O que não se pode e não deve é condenar as pessoas por especulações, citações, intimações, pela mídia ou quaisquer meios que não sejam a sentença (acórdão) definitiva.

O que também se percebe é que as altas autoridades do País imaginam que o povo não pensa, não reflete e não reage de forma consciente.

É imperativo e urgente que o Poderes se alinhem na Constituição e que as autoridades que exercem os cargos provisórios tenham consciência de seus papeis constitucionais e, na prática e no discurso ajam unicamente em consonância a Carta Política.

De outro modo, é iminente um caos institucional, fator que só interessa aos patrocinadores da desarmonia entre o povo e seus representantes, incluindo aqueles que incitam outras Nações contra a Pátria Brasileira.

Nilson de Jesus Sousa (Nilson Ericeira), nasceu em 8 de novembro de 1962, no Município de Arari – MA. É filho de Clemente Duarte da Silva Sousa (Clecy) e Eliesita Ericeira Sousa. De origem humilde, Nilson Ericeira passou sua infância e adolescência em Arari, aos 17 anos veio morar em São Luís, em república, entre estas as Casa dos Estudantes Secundários do Maranhão (CESM). Logo começou a trabalhar na função de servente ou office boy na Seduc, pela Vicol, empresa de conservação e serviços. Na Seduc, exerceu ainda os seguintes cargos: datilógrafo padrão 5, repórter (técnico de nível superior), professor, coordenador e assessor da Assessoria de Comunicação (Ascom/Seduc), professor, chefe do setor de frequência e outros.

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