
Rumina hipocrisia
Onde o cinismo impera
Serve-se do ócio
Alimenta-se de asneiras
Pudera, ruminantes
Agora, galopam a Brasília
Pois na bagagem a destruição
Os símbolos dos poderes já treme
Nus em batons inofensivos
Pois da ração, falácias
O gado verte, o gado só vermes
Mulas os acompanham
Outras, publicam
No cocho, óleo de peroba
Pois é hora de aparecer
No galope, paradas para a oração
Insubordinados, suplicam aqui na terra não existe em contrição
Oh Deus, perdoa-lhes!
Onde estás?
Sei que não te escondes em guarda roupas
Ou na luxúria dos ímpios
Pois um rebanho de insanos
Que em teu nome, cometem crimes
Ruminam a dor alheias
Pois à toas
Atolados na lama da corrupção
Mas ainda assim, arrastam o galope
Nilson Ericeira
( Robrielle)
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