Um ‘burródromo!’

Um ‘burródromo!’

Talvez não só um neologismo, mas um local onde costumeiramente os burros se reúnem para defecar suas intenções, ideias e atos. Que me perdoem os animais burros que nada têm a ver com a ignorância alheia, pois diante desse cenário, saem-se até muito melhor, dado que as suas práticas inocentes são de fundamental importância ao bicho-homem.

A discussão não é ser burro ou ser homem, uma vez que todos podem ‘conviver’ no mesmo habitat. A prática é que faz toda diferença. Já imaginou um político pensando e agindo e pensando assim?

Com mandato, esses agentes públicos se tornam bem piores, pois não somente praticam as suas intenções, mas disseminam ideias de insubordinação que replicam e se multiplicam. E, apossados desse conteúdo, há quem as nomeiem e as denominem de ‘ideologia’.

O que faz todo sentido, a ideologia da burrice num ‘burródromo’.

Nilson de Jesus Sousa (Nilson Ericeira), nasceu em 8 de novembro de 1962, no Município de Arari – MA. É filho de Clemente Duarte da Silva Sousa (Clecy) e Eliesita Ericeira Sousa. De origem humilde, Nilson Ericeira passou sua infância e adolescência em Arari, aos 17 anos veio morar em São Luís, em república, entre estas as Casa dos Estudantes Secundários do Maranhão (CESM). Logo começou a trabalhar na função de servente ou office boy na Seduc, pela Vicol, empresa de conservação e serviços. Na Seduc, exerceu ainda os seguintes cargos: datilógrafo padrão 5, repórter (técnico de nível superior), professor, coordenador e assessor da Assessoria de Comunicação (Ascom/Seduc), professor, chefe do setor de frequência e outros.

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