Na estação do amor

Na estação do amor

Eu sou do tempo de agora

Eu sou a boa hora e todos os segundos

E a esperança do mundo

Eu sou do tempo de quem espera manhãs

Que se anima ao ver o galo cantar na madrugada

Alguém guarda bem guardadinho o passado no presente

Eu sou do tempo de agora, eu sou amanhã floridas

No meu céu colorido, o amor: arco-íris em mim

O teu amor, em essência do nosso jardim

Eu sou a flor e o colibri

Pois e sou o amor no tempo que convir

Eu sou o destino de mim mesmo

Pois me coloco tempo para resgatar a saudade

Eu sou aquela chuvinha caindo

E amanhã que seja bem-vinda

E eu sou eu na janela esperando ela passar…

Meio sem graça eu tento disfarçar,

mas ela o destino da minha visão

Alguém que só vai sumir no final da rua

Ainda bem que eu ‘a-guardo’ no meu coração

Eu sou tempo do romantismo

Por isso eu confesso é ela que eu amo

Eu sou do tempo de agora

Mas também sou de outrora

Sou pretérito, presente e futuro em projeções

Portanto, o meu coração é quem define as estações

Sou a esperança que o sol traz

A certeza da noite e do sono tranquilo

Eu sou um reboliço em panaceia dos meus sentidos

Sou a própria composição de quem ama

É que a minha visão se confunde com o meu coração

Nilson Ericeira

(Robrielle)

Nilson de Jesus Sousa (Nilson Ericeira), nasceu em 8 de novembro de 1962, no Município de Arari – MA. É filho de Clemente Duarte da Silva Sousa (Clecy) e Eliesita Ericeira Sousa. De origem humilde, Nilson Ericeira passou sua infância e adolescência em Arari, aos 17 anos veio morar em São Luís, em república, entre estas as Casa dos Estudantes Secundários do Maranhão (CESM). Logo começou a trabalhar na função de servente ou office boy na Seduc, pela Vicol, empresa de conservação e serviços. Na Seduc, exerceu ainda os seguintes cargos: datilógrafo padrão 5, repórter (técnico de nível superior), professor, coordenador e assessor da Assessoria de Comunicação (Ascom/Seduc), professor, chefe do setor de frequência e outros.

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