16 de fevereiro de 2026

Versos incompletos

Versos incompletos

Pois derivações, divagações enfim

Sem fim..

Ilações de uma vida que descabe em si mesma

Portanto, cria asas…

Variante de meu gen poético

Invisíveis e inaudíveis a insensibilidade

Assim divaga em voos delirantes

Talvez por não me bastar em mim mesmo

Vivo a soltar palavras, antes presas em cárceres

Por tudo que vivo, pelos mundo que crio

O que me basta na minha autossuficiente ou ineficiência é poesia solta no mundo

Ainda bem que sou um ser vivente

Mesmo que transmite em ser fazedor de poesias

Incompletas em si mesmas e imperfeitas

Mas Ainda bem que estico letras e faço fórmulas

Assim encaixo sonhos e delírio

Ponho em brasa acesa meus desejos iminentes

Pois a minha completude me completa perfeitamente

NILSON ERICEIRA

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