10 de fevereiro de 2026

Um ‘deus’ de mercado! Ou os mercadores de ‘deus’!

Um ‘deus’ de mercado! Ou os mercadores de ‘deus’!

Não devemos nem podemos acreditar em deuses pregados pelos diabos! Pois uma gente que usa o nome de ‘Deus’ em vão com a intenção única de ludibriar e obter vantagens financeiras, não merece perdão. Ainda bem que Deus perdoa o pecado ao pecador.

Se não esbarrarem com esse tipo de dolo, pois refletido e consciente, em que não presunção de inocência, nos tribunais dos homens, na sua própria lide reflexiva, esbarram certamente na ira do Pai. Ah, desse tribunal os fariseus modernos jamais escaparão.

É que há pessoas insensíveis, sem escrúpulos e muito cruéis falando do nome Santo! Onde chegamos, até onde isto vai?

Um enlatado persuasivo no pacote da promoção de um deus do invisível e insensível, pois capaz de tirar tudo que a pessoa tem, em nome de uma suposta ou prometida salvação!

Na contra a agregação de quem quer que seja na religião ou opção que bem entender, até por que a maldade está na pessoa, e não na instituição que escolhera. Qualquer um pode e deve seguir o destino que bem entender, embora se saiba que alguns usam da religião, da política e de outras instituições com um único objetivo: enriquecer as custas da ingenuidade e humildade dos outros.

Portanto, nem sempre somos obrigados a concordar uns com os outros, mas numa coisas podemos ser voz uníssona: não há mercado para Deus, mas há mercadores.