O momento político no Brasil e as consequências da desinformação

O momento político no Brasil e as consequências da desinformação

Prestes a uma eleição no segundo turno, em que definirá quem será o presidente da República Federativa do Brasil, a partir de 2027, o momento é de preocupação.

Vê-se uma mobilização do povo brasileiro rumo às urnas para este feito democrático em que ratificará ou negará a soberania nacional, pois ainda que conste como regra constitucional, há os que não só facultem contra o Brasil e incentivem a intromissão de nações estrangeiras contra nossa gente.

Há inúmeras gravações nesse sentido…

É este o cenário, de um lado aqueles que que sempre contestam os resultados que não lhes interessam, mas assumem seus postos quando lhes é favorável!

Da retórica à ilusão – vendem pratos feitos como se soubesse do que falam e narram quando o assunto é atrair votos. Do mesmo modo que seus adeptos só encontram virtudes em seus perfis. Fator que tem sido uma oportunidade para que muitos mostrem suas caras sem maquiagens.

O verdadeiro caráter se mostra quando excitado pelo momento ou estimulado por outros meios.  

Admira-me, causa-me espanto pessoas ‘justas e honestas’ apoiarem que é contra a vida, que nega a ciência e a educação e, para piorar, demonstra-se antipatriota! Mas isso é coisa da consciência de cada um.

É de causar perplexidade também assistir a pessoas que nada sabem sobre determinados assuntos, mas que os passam com caráter de verdades absolutas e, quando questionados, nomeiam seus âncoras! Constituindo-se assim uns mulas-sem-cabeça.

Não há, não houve e acredito que não haverá mais discussão sobre seus planos de governo, uma vez que criaram fatos ou reacenderam condutas supostamente criminosas apenas para atrair seus seguidores. Nesse caso é bem pior, pois colocaram no centro da arena a principal Corte Jurídica do País.

E, lá na Corte, com a mais devida vênia, malabarismos e dissimulações não faltaram. Até um suposto ‘Cristo’ foi clamado, ainda que a nossa Nação seja laica.

Somos uma só Nação num Estado de pluralismo de ideias e de concepções em que deveria imperar o respeito.

Mas vê-se com frequência um festival de besteiras daqueles que nunca escreveram uma linha, leram ou escutaram de quem estuda de fato (esmera-se na literatura específica ou não), reproduzindo repetições que só degradam a verdade real das coisas.

É preocupante a crescente onda de desinformação divulgada por meio da mídia social, pois acessível a quase todos, manifesta-se como se fosse uma transferência de poder a imbecis. (grifo próprio)

Só um alerta: depois das eleições não haverá mais tempo para se arrepender, pois com a Democracia não se brinca.

Nilson de Jesus Sousa (Nilson Ericeira), nasceu em 8 de novembro de 1962, no Município de Arari – MA. É filho de Clemente Duarte da Silva Sousa (Clecy) e Eliesita Ericeira Sousa. De origem humilde, Nilson Ericeira passou sua infância e adolescência em Arari, aos 17 anos veio morar em São Luís, em república, entre estas as Casa dos Estudantes Secundários do Maranhão (CESM). Logo começou a trabalhar na função de servente ou office boy na Seduc, pela Vicol, empresa de conservação e serviços. Na Seduc, exerceu ainda os seguintes cargos: datilógrafo padrão 5, repórter (técnico de nível superior), professor, coordenador e assessor da Assessoria de Comunicação (Ascom/Seduc), professor, chefe do setor de frequência e outros.

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