POESIA DE TODOS OS DIAS: ‘Ainda que no ocaso’

POESIA DE TODOS OS DIAS: ‘Ainda que no ocaso’

 

‘Ainda que no ocaso’

 ‘Ainda que no ocaso’

Se a vida me faltar um dia,

eís que levarei o teu amor em mim

Mas sentirei falta da vida que me dera guarida

Ah se amor pudesse ser eternamente

Regaria as sementes para sempre no meu coração

Mas me faltar o ar, buscarei respiração em quem um dia me amou

E tudo isso não se compor, segurarei com as mãos o teu amor

Se meu ser inerte não responder,

minha alma virgem te buscará

Ah, minha alma ganhará asas só para te encontrar

Abrirei o céu em miragens,

só para outra vez te amar

Mas se a vida me faltar um dia,

esperarei o sol sair

Só para te iluminar e, ainda que no ocaso,

farás morada em mim

Nilson Ericeira

(Robrielle)

Nilson de Jesus Sousa (Nilson Ericeira), nasceu em 8 de novembro de 1962, no Município de Arari – MA. É filho de Clemente Duarte da Silva Sousa (Clecy) e Eliesita Ericeira Sousa. De origem humilde, Nilson Ericeira passou sua infância e adolescência em Arari, aos 17 anos veio morar em São Luís, em república, entre estas as Casa dos Estudantes Secundários do Maranhão (CESM). Logo começou a trabalhar na função de servente ou office boy na Seduc, pela Vicol, empresa de conservação e serviços. Na Seduc, exerceu ainda os seguintes cargos: datilógrafo padrão 5, repórter (técnico de nível superior), professor, coordenador e assessor da Assessoria de Comunicação (Ascom/Seduc), professor, chefe do setor de frequência e outros.

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