Nilson Ericeira em A POESIA DE TODOS OS DIAS:

Nilson Ericeira em A POESIA DE TODOS OS DIAS:

‘Coisas do coração’

O que se tenta dissimular

Mas o coração concebe

O anúncio é prenúncio do amor sentido

Por vezes omitido, mas consentido

É a voz de si mesmo que grita no peito

Feito o passarinho da estação

Procurando cria, esnobando asas,

vislumbrando voos…

Voos…

Ainda que ferido no peito,

sinfonias de amor

O coração é a alma de quem ama

Sujeita-se, declara-se, omite, aceita…

Demonstra-se no abraço, no alcance dos braços,

no afagar das mãos

Em devaneios e solidão

Ainda que ame eternamente,

só, somente ama

Mas é sempre centelha de esperança

Voz que clama, mãos que acenam, que buscam

Pés de quem vai ao encontro

Feito andarilho do tempo,

busca-te

Nilson Ericeira

(Robrielle

Nilson de Jesus Sousa (Nilson Ericeira), nasceu em 8 de novembro de 1962, no Município de Arari – MA. É filho de Clemente Duarte da Silva Sousa (Clecy) e Eliesita Ericeira Sousa. De origem humilde, Nilson Ericeira passou sua infância e adolescência em Arari, aos 17 anos veio morar em São Luís, em república, entre estas as Casa dos Estudantes Secundários do Maranhão (CESM). Logo começou a trabalhar na função de servente ou office boy na Seduc, pela Vicol, empresa de conservação e serviços. Na Seduc, exerceu ainda os seguintes cargos: datilógrafo padrão 5, repórter (técnico de nível superior), professor, coordenador e assessor da Assessoria de Comunicação (Ascom/Seduc), professor, chefe do setor de frequência e outros.

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