Não existe santo na Política, mas pilantra, sim

Não existe santo na Política, mas pilantra, sim

Boa parte de nós sabe que não existe santo na ‘Política’, mas é local de semeio para pilantras. Paradoxalmente ao verdadeiro sentido e objetivo da Política, fica muito claro que somos contaminados pelo oba-oba do período eleitoral. Período em que passamos de pessoas insignificantes para merecedores de boas manifestações.  

Nem parecemos ser os mesmos de meses atrás!

Para depois do pleito, seremos os mesmos a reclamar da ausência de Políticas Públicas e da distância dos nossos pretendentes. É que a maioria quer só o seu voto e passa agir conforme a conveniência que lhe é mais benéfica.

O exemplo que muito bem ilustra esta constatação são os nossos deputados nas duas Câmaras Alta e baixa e Assembleias legislativas estaduais e distrital, em que não se há lembrança de alguma boa ação, projeto ou programa que tenham vindo da lavra deles? O que parece é que elegemos um grupo de privilegiados que não se importa com seu próprio povo.

Mas há exceções honrosas e raras, disso temos consciência, mas a maioria não deveria ‘ocupar’ funções públicas.

Vale lembrar que as urnas eleitorais não são depósitos de dejetos e que a função pública deve ser exercida com dignidade.

Vejo com muita tristeza, pessoas vazias fazendo campanha para candidatos igualmente vazios. O que esperar se a conta já foi paga antes?

Nilson de Jesus Sousa (Nilson Ericeira), nasceu em 8 de novembro de 1962, no Município de Arari – MA. É filho de Clemente Duarte da Silva Sousa (Clecy) e Eliesita Ericeira Sousa. De origem humilde, Nilson Ericeira passou sua infância e adolescência em Arari, aos 17 anos veio morar em São Luís, em república, entre estas as Casa dos Estudantes Secundários do Maranhão (CESM). Logo começou a trabalhar na função de servente ou office boy na Seduc, pela Vicol, empresa de conservação e serviços. Na Seduc, exerceu ainda os seguintes cargos: datilógrafo padrão 5, repórter (técnico de nível superior), professor, coordenador e assessor da Assessoria de Comunicação (Ascom/Seduc), professor, chefe do setor de frequência e outros.

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