A pólis na revolução silenciosa

A pólis na revolução silenciosa

O povo de Arari sempre responde na hora certa e democraticamente. É só chegar o momento certo.

Nada de transgressões e devaneios, a Democracia nos permite mudanças na periodicidade do tempo.

E ninguém, por mais agraciado que esteja pelas benesses do Poder Público, pode imaginar-se fora do contexto social. A Administração Pública não pode voltar-se apenas para alguns do seu agrado.

O som das ruas, o som dos lares, as famílias e a sociedade no momento certo ecoará da melhor possível.

É muito bom sabermos e termos plena consciência que o verdadeiro dono absoluto de Arari é o povo, os administradores são inquilinos com procurações temporárias que, se não exercidas com responsabilidade e respeito, poderão ser revogadas, mas tudo dentro da legalidade.

‘Ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude da lei’. ( Art. 5º, II/CF).

Nilson de Jesus Sousa (Nilson Ericeira), nasceu em 8 de novembro de 1962, no Município de Arari – MA. É filho de Clemente Duarte da Silva Sousa (Clecy) e Eliesita Ericeira Sousa. De origem humilde, Nilson Ericeira passou sua infância e adolescência em Arari, aos 17 anos veio morar em São Luís, em república, entre estas as Casa dos Estudantes Secundários do Maranhão (CESM). Logo começou a trabalhar na função de servente ou office boy na Seduc, pela Vicol, empresa de conservação e serviços. Na Seduc, exerceu ainda os seguintes cargos: datilógrafo padrão 5, repórter (técnico de nível superior), professor, coordenador e assessor da Assessoria de Comunicação (Ascom/Seduc), professor, chefe do setor de frequência e outros.

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