Por Nilson Ericeira

No que eu posso mudar?
Não é a chegada de um novo ano que nos muda, mas a nossa mudança só é possível se mudarmos interiormente.
Pessoas mal educadas têm dificuldades até no mercado de trabalho, por mais que tenham competência, a ausência de sociabilidade leva a antipatia e até ojeriza.
De maneira que precisamos refletir sobre o que passamos para, a partir daí, termos uma noção de como devemos agir em determinadas situações. A vida nos impõe uma luta constante. Pois quando olhamos para trás de lembramos do quais lutas participamos, por vezes nem acreditamos que tivemos forças suficientes para tal. Acontece que, para as pessoas determinadas, os obstáculos servem de incentivos, ou seja, quando mais difícil, mas empreendemos o desejo de vitória. O melhor disso é que nem sempre as vitórias são os primeiros lugares na competição da vida, mas a chegada com dignidade.
Por vezes somos postos em prova quando dos desafios da vida, pois situações e fatos nos são apresentados de uma forma que até imaginamos não mais seguir, porém há o um Ser que nos coloca novamente no nível da luta para reagirmos. Contexto em que não há que não tenha problema, o que não podemos é nos abatermos sem que experimentemos o labor da luta.
Todos devemos reservar um tempo das nossa vidas para refletirmos sobre nossas práticas e relações, não para atribuir preconceitos, mas para nos respaldarmos diante dos desafios. E isto implica mudanças que devem partir de nós para o convívio com os outros. Pessoas educadas não forçam as relações, pois acontecem com naturalidade.
Por vezes, machucamos ou ferimos pessoas as quais nunca desejaríamos. É que nem sempre dominamos nossas próprias expressões, ainda que todos estejamos sujeitos a acidentes assim. Com o tempo aprendemos que voltar atrás do que sabemos estar errado não é demérito, mas virtude. O que não se pode é cometer reiteradas práticas errôneas e, mesmo pedindo desculpas, voltarmos a cometer em série, como se a desculpa fosse o remédio a combater a falta de educação e até de civilidade.
Como não teço meus textos só para mim e não tenha a intenção de ensinar, espero que ninguém se veja em determinados contexto que menciono, porém, ainda que se encontre aqui em determinado momento, possa o leitor refletir, pelo menos.
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Eu posso ser um ser humano melhor!