Uns quês…

De quase não entender
De vida em labirinto
De morrer vivendo
De amar desamando
De compreender o incompreensível
De ler o impossível
Numa visão antevisão
De desolar-se mesmo em companhias
De entristecer, pois no peito a razão do encanto definham
De não se apresentar, pois distante do ser que ama
Nem sempre representar em absoluto respeito ao artista
Pois, pois…
Uns quês e porquês da vida
Nilson Ericeira
(Robrelle)



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